Imagine uma geração inteira sendo educada por telas, moldada por algoritmos e condicionada por likes.
Crianças que já não brincam ao ar livre.
Jovens que medem seu valor em curtidas.
Famílias sentadas lado a lado, mas emocionalmente quilômetros distantes.
Este não é um problema do futuro.
É uma tragédia acontecendo agora,
silenciosa, sutil, devastadora.
O vício em telas já sequestrou nossa atenção, nossa saúde
mental, nossos vínculos e até nossa capacidade de amar
e sonhar.
O termo “brainrot” não é apenas uma gíria da internet:
é uma descrição assustadora do que estamos permitindo
que aconteça com nossas mentes.
A hiperconexão criou escravos digitais, adultos exaustos,
adolescentes ansiosos, crianças adultizadas por conteúdos
que jamais deveriam ver.
Influências perigosas ditam comportamentos.
Desafios mortais viralizam em segundos.
A infância está sendo terceirizada para aplicativos.
A depressão, a solidão e o vazio crescem enquanto as interações reais desaparecem.
É neste cenário que nasce o Despertaê Cidades.
E ele não pede licença.
Ele irrompe.
Ele desafia.
Ele sacode.
O Despertaê não é um festival. Não é um show. Não é uma campanha passageira.
É um chamado coletivo para resgatar a humanidade em meio ao caos digital.
Confronto direto ao vício em telas e à alienação digital, com linguagem simples, verdadeira e impossível de ignorar.
Experiências reais que substituem o scroll infinito por conexão humana, arte, música, esporte, cultura e diálogo.
Educação consciente para pais, escolas e jovens sobre os danos invisíveis da hiperconexão, da perda de foco à adultização precoce e ao aumento de suicídios entre adolescentes.
Reocupação de espaços públicos para mostrar que a vida acontece fora da tela.
Memória afetiva coletiva, reaproximando famílias e comunidades.
Para artistas, influenciadores, líderes e gestores públicos, apoiar o Despertaê é mais que engajamento, é posicionar-se na linha de frente de uma revolução cultural e social.
É assumir o papel de quem ousa dizer:
“Chega! Não aceitaremos que algoritmos decidam o futuro dos nossos filhos.”
Este é o momento de virar o jogo.
As cidades que abraçarem o Despertaê serão lembradas como pioneiras de uma virada histórica.
Os nomes que liderarem esse movimento serão eternizados como os que tiveram coragem de enfrentar o inimigo invisível que já domina gerações.
Crianças brincando, descobrindo e se encantando com o mundo real, aprendendo
com cada toque, riso e olhar.
Pais presentes, com celulares guardados, corações abertos e tempo verdadeiro dedicado aos que amam.
Jovens inspirados a transformar suas comunidades com propósito, criatividade e amor, não por curtidas.
Cidades vivas que respiram movimento, cultura, educação e afeto, criando memórias e qualidade de vida.
Levante-se, desligue-se, reconecte-se.
Porque o amor não é notificação. O diálogo não é emoji. O abraço não é curtida.
ABES – Associação Beneficente Embaixada Social – 2025
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